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Dr. Luiz Henrique Carboni – Otorrinolaringologia em Brasília – DF

Visão rápida

Sintomas mais comuns: nariz entupido, secreção nasal, secreção escorrendo pela garganta, dor ou pressão na face e redução do olfato.

O que é: inflamação da mucosa do nariz e dos seios da face.

É comum? Sim. A rinossinusite está entre os problemas respiratórios mais frequentes e é uma causa comum de consulta ao otorrinolaringologista.

Tratamento: depende da causa, da duração e da intensidade dos sintomas. Pode envolver medidas de suporte, medicamentos e, em situações específicas, cirurgia.

Importante: nem toda dor no rosto é sinusite, e nem todo quadro de rinossinusite precisa de antibiótico, tomografia ou cirurgia.

Resumo

A rinossinusite, conhecida popularmente como sinusite, é uma inflamação que envolve a mucosa do nariz e dos seios da face.

É uma condição muito frequente, mas também cercada por dúvidas. Uma das mais comuns é imaginar que qualquer dor de cabeça, secreção amarelada ou nariz entupido seja sinal de sinusite.

Não é bem assim.

Nem toda dor na face significa rinossinusite. Da mesma forma, nem toda rinossinusite precisa de antibióticos, exames de imagem ou cirurgia.

O diagnóstico depende principalmente da história clínica, da evolução dos sintomas e do exame físico. A partir dessas informações, o médico consegue avaliar qual é a causa mais provável e definir a melhor estratégia para cada paciente.

Se os sintomas persistem, são recorrentes ou estão afetando sua qualidade de vida, uma avaliação especializada pode ajudar a identificar a causa e orientar o tratamento adequado.

O que é a rinossinusite?

Os seios da face são cavidades preenchidas por ar localizadas ao redor do nariz. Eles se comunicam com a cavidade nasal por pequenas aberturas, por onde ocorre a ventilação e a drenagem das secreções produzidas pela mucosa.

Quando essa mucosa fica inflamada, pode ocorrer inchaço e comprometimento temporário dessas vias de drenagem. Como consequência, o paciente pode apresentar nariz entupido, secreção nasal, redução do olfato e sensação de pressão ou dor na face.

O termo rinossinusite é atualmente preferido porque a inflamação do nariz e dos seios da face geralmente ocorre de maneira conjunta. Por isso, embora a palavra “sinusite” continue sendo muito utilizada no dia a dia, rinossinusite é o termo médico mais preciso.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas podem variar conforme a causa, a intensidade da inflamação e o tempo de evolução.

Os mais frequentes incluem:

  • nariz entupido ou congestionado;
  • secreção nasal, que pode ser clara, esbranquiçada ou mais espessa e colorida;
  • secreção escorrendo pela garganta, chamada de gotejamento pós-nasal;
  • dor, pressão ou sensação de peso na face;
  • diminuição ou perda temporária do olfato;
  • tosse, especialmente à noite.

Algumas pessoas também podem apresentar febre, cansaço, mal-estar e desconforto ao inclinar a cabeça.

É importante, porém, não interpretar um sintoma isoladamente.

Dor ou pressão na face, sem outros sinais compatíveis, não é suficiente para confirmar rinossinusite. Enxaqueca, cefaleia tensional, rinite alérgica, infecções virais das vias aéreas superiores e problemas odontológicos podem provocar sintomas semelhantes.

Por isso, a combinação dos sintomas e a maneira como eles evoluem ao longo dos dias são importantes para o diagnóstico.

Rinossinusite viral ou bacteriana: qual é a diferença?

A maioria dos quadros agudos começa no contexto de uma infecção viral das vias respiratórias, como um resfriado.

Durante a infecção, a mucosa do nariz e dos seios da face fica inflamada e inchada, o que pode dificultar temporariamente a drenagem das secreções.

Na maioria das pessoas, o quadro melhora progressivamente sem necessidade de antibióticos.

Infográfico comparando a rinossinusite aguda viral e a possível bacteriana.

Quando pode haver suspeita de rinossinusite bacteriana?

A evolução dos sintomas é uma das informações mais importantes.

A rinossinusite bacteriana aguda pode ser suspeitada principalmente quando:

  • os sintomas compatíveis persistem sem melhora por cerca de 10 dias ou mais; ou
  • o paciente começa a melhorar, mas depois apresenta uma nova piora dos sintomas, fenômeno conhecido como “dupla piora”.

A presença de secreção amarela ou verde, sozinha, não significa que a infecção seja bacteriana. A coloração da secreção pode ocorrer durante diferentes fases de uma infecção e precisa ser interpretada em conjunto com a duração e a evolução do quadro.

Por isso, tomar antibiótico simplesmente porque a secreção mudou de cor não é uma boa estratégia.

E quando a rinossinusite é crônica?

A rinossinusite crônica é diferente de um episódio agudo que dura alguns dias.

De modo geral, considera-se doença crônica quando os sintomas relacionados ao nariz e aos seios da face permanecem por 12 semanas ou mais, geralmente associados a sinais objetivos de inflamação.

Nesses casos, podem estar envolvidos diferentes fatores, como:

  • pólipos nasais;
  • rinite e outras doenças inflamatórias;
  • asma;
  • alterações anatômicas;
  • alterações da função da mucosa;
  • algumas doenças sistêmicas ou condições que interferem na defesa do organismo.

Por isso, a rinossinusite crônica não deve ser entendida simplesmente como uma “sinusite que não passou”.

É uma condição diferente, que exige investigação e tratamento individualizados.

Se os sintomas persistem, são recorrentes ou estão afetando sua qualidade de vida, uma avaliação especializada pode ajudar a identificar a causa e orientar o tratamento adequado.

💡 O que explico aos meus pacientes

Uma das perguntas que mais recebo no consultório é:

“Doutor, minha secreção ficou amarela. Preciso tomar antibiótico?”

A resposta é: nem sempre.

A cor da secreção, isoladamente, não permite diferenciar uma infecção viral de uma bacteriana. O que costuma ser mais importante é observar há quanto tempo os sintomas estão presentes, se houve melhora, se ocorreu uma nova piora e quais outros sintomas estão associados.

Essa diferença é importante porque o uso desnecessário de antibióticos pode causar efeitos adversos e contribuir para o desenvolvimento de resistência bacteriana.

Como é feito o diagnóstico?

Paciente durante exame de nasofibroscopia com visualização das estruturas nasais em monitor.

O diagnóstico da rinossinusite é principalmente clínico.

Durante a consulta, o médico procura entender:

  • quando os sintomas começaram;
  • como eles evoluíram;
  • se houve melhora ou piora;
  • quais sintomas predominam;
  • se os episódios são recorrentes;
  • se existem doenças associadas, como rinite, asma ou pólipos nasais;
  • se existem sinais que possam indicar outra causa para os sintomas.

O exame físico complementa essa avaliação e permite examinar o nariz e identificar sinais de inflamação ou outras alterações.

Quando pode ser necessária a nasofibroscopia?

Em situações específicas, a nasofibroscopia pode fornecer informações adicionais sobre a cavidade nasal, região posterior do nariz e estruturas relacionadas.

Ela pode ser particularmente útil quando existem sintomas persistentes, recorrentes ou suspeita de alterações que não podem ser adequadamente avaliadas apenas pelo exame convencional.

Preciso fazer tomografia?

Na maioria dos episódios agudos, não.

A tomografia computadorizada dos seios da face não é um exame de rotina para todo paciente com sintomas de rinossinusite aguda. Ela pode ser indicada quando existe suspeita de complicação, outra hipótese diagnóstica ou em situações específicas relacionadas à doença crônica e ao planejamento terapêutico.

Na rinossinusite crônica, a avaliação objetiva da inflamação pode ser necessária para confirmar o diagnóstico e orientar a conduta.

Fazer exames sem indicação não necessariamente aumenta a qualidade do diagnóstico. O mais importante é escolher o exame certo para a situação certa.

Uma avaliação individualizada ajuda a definir a causa dos sintomas e o tratamento mais adequado para cada caso.

Como é feito o tratamento?

O tratamento depende principalmente da causa, duração, intensidade dos sintomas e características individuais do paciente.

Por isso, duas pessoas com sintomas aparentemente semelhantes podem receber tratamentos diferentes.

Isso não significa que uma delas esteja sendo tratada de maneira inadequada.

Medidas de suporte

Pessoa realizando irrigação nasal com solução salina.

Nos quadros agudos, principalmente quando associados a infecções virais, o objetivo inicial costuma ser aliviar os sintomas enquanto o organismo se recupera.

Podem ser recomendados, conforme cada caso:

  • irrigação nasal com solução salina;
  • hidratação adequada;
  • repouso quando necessário;
  • medicamentos para controle da dor ou da febre, quando indicados;
  • medicamentos tópicos para controle da inflamação nasal, em situações selecionadas.

A irrigação nasal com solução salina pode ajudar a fluidificar e remover secreções e aliviar a sensação de obstrução nasal.

Quando é necessário usar antibiótico?

Nem toda rinossinusite precisa de antibiótico.

Nos quadros virais, os antibióticos não ajudam a eliminar o vírus e seu uso desnecessário pode causar efeitos adversos e favorecer a resistência bacteriana.

Quando há suspeita de rinossinusite bacteriana aguda, a decisão sobre antibiótico deve levar em consideração a evolução clínica, a intensidade dos sintomas, as características individuais do paciente e a possibilidade de acompanhamento.

Nas formas não complicadas, a observação com acompanhamento médico pode ser uma estratégia inicial apropriada em muitos adultos, com início de antibiótico caso não haja melhora ou ocorra piora conforme o plano definido pelo médico.

O antibiótico deve ser usado quando existe indicação clínica — e não apenas porque a secreção está amarela ou verde.

Quando os sintomas persistem ou há episódios recorrentes, uma avaliação especializada ajuda a definir a melhor estratégia de tratamento.

E quando a cirurgia é indicada?

Infográfico sobre o tratamento individualizado da rinossinusite crônica.

A cirurgia não faz parte do tratamento da maioria dos episódios agudos de rinossinusite.

Ela pode ser considerada principalmente em pacientes com rinossinusite crônica que permanecem sintomáticos apesar do tratamento clínico adequado, ou em situações específicas nas quais exista indicação de tratamento cirúrgico.

A decisão depende de vários fatores, como:

  • diagnóstico confirmado;
  • intensidade dos sintomas;
  • impacto na qualidade de vida;
  • achados objetivos de inflamação;
  • resposta ao tratamento clínico;
  • presença de pólipos ou outras alterações;
  • características individuais do paciente.

Quando indicada, a cirurgia endoscópica dos seios da face tem como objetivo melhorar a ventilação e a drenagem das regiões acometidas e facilitar o controle da doença.

Cirurgia não significa que todo paciente terá a doença “curada” definitivamente. Em doenças inflamatórias crônicas, o acompanhamento e o tratamento clínico podem continuar sendo importantes mesmo após o procedimento.

❌ MITOS E ✅ VERDADES

Infográfico sobre mitos e verdades relacionados ao uso de antibióticos na rinossinusite.

“Toda sinusite precisa de antibiótico.”

❌ MITO

A maioria dos episódios agudos é viral e melhora sem antibióticos. Mesmo nos casos em que existe suspeita de rinossinusite bacteriana não complicada, a observação inicial pode ser uma opção em muitos adultos, desde que exista acompanhamento adequado.

“Se a secreção ficou amarela ou verde, preciso tomar antibiótico.”

❌ MITO

A cor da secreção, isoladamente, não diferencia uma infecção viral de uma bacteriana. A evolução dos sintomas é muito mais importante para essa avaliação.

Sinusite pode voltar.”

✅ VERDADE

Algumas pessoas apresentam episódios recorrentes. Também existem pacientes com rinossinusite crônica, que apresenta características diferentes dos episódios agudos. Quando os episódios são frequentes, é importante investigar fatores predisponentes e confirmar se o diagnóstico está correto.

“Toda dor de cabeça é sinusite.”

❌ MITO

Dor de cabeça é um sintoma muito comum e pode ter diversas causas. Enxaqueca e cefaleia tensional, por exemplo, são causas frequentes e podem ser confundidas com a chamada “dor de sinusite“. A presença de dor ou pressão na face, sem outros sintomas compatíveis, não é suficiente para estabelecer o diagnóstico de rinossinusite.

O que muita gente pensa × O que as evidências mostram

O que muita gente pensaO que as evidências mostram
Quanto mais forte o antibiótico, melhor.Antibióticos devem ser utilizados quando existe indicação. O uso desnecessário aumenta o risco de efeitos adversos e contribui para a resistência bacteriana.
Se tenho sinusite, preciso fazer uma tomografia.Na maioria dos quadros agudos, a tomografia não é necessária. Ela é reservada para situações específicas.
Se a secreção está verde, é bactéria.A cor da secreção, sozinha, não determina a causa da infecção.
Cirurgia resolve qualquer sinusite.A cirurgia pode ser útil em pacientes selecionados, especialmente em determinadas formas de rinossinusite crônica, mas não substitui o tratamento das doenças inflamatórias associadas.
Dor de cabeça significa sinusite.Cefaleias têm diversas causas e muitas delas não estão relacionadas aos seios da face.

📌 Importante

O diagnóstico correto vem antes do tratamento.

Sintomas parecidos podem ter causas diferentes. Por isso, o tratamento da rinossinusite deve ser individualizado e baseado na história clínica, na evolução dos sintomas e, quando necessário, em exames complementares.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quanto tempo dura uma sinusite?

A duração depende da causa. Os quadros agudos geralmente evoluem ao longo de dias e podem persistir por algumas semanas. O mais importante é observar a trajetória dos sintomas: melhora progressiva, ausência de melhora ou piora após uma melhora inicial. Quando os sintomas permanecem por 12 semanas ou mais, é necessário considerar a possibilidade de rinossinusite crônica e realizar uma avaliação adequada.

Posso viajar de avião com sinusite?

Depende da intensidade do quadro. Durante uma rinossinusite aguda, algumas pessoas podem sentir aumento da dor ou da pressão na face durante as mudanças de altitude. Se os sintomas forem intensos ou houver dúvida sobre a segurança da viagem, é recomendável conversar com o médico antes de viajar.

Lavar o nariz ajuda?

Sim. A irrigação nasal com solução salina pode ajudar a remover secreções, aliviar a obstrução e melhorar o conforto nasal. A técnica correta é importante, principalmente para garantir uma irrigação adequada e segura.

Sinusite pode causar perda do olfato?

Sim. A inflamação e a obstrução nasal podem reduzir temporariamente a capacidade de sentir cheiros. Na maioria dos quadros agudos, o olfato melhora conforme a inflamação e a obstrução diminuem. Perda persistente ou importante do olfato merece avaliação médica, especialmente quando não acompanha a evolução esperada do quadro.

Sinusite pode virar rinossinusite crônica?

Um episódio agudo isolado não significa que a pessoa tenha rinossinusite crônica. A doença crônica possui características próprias, incluindo persistência dos sintomas por 12 semanas ou mais e necessidade de confirmação objetiva da inflamação. Quando os sintomas persistem ou se repetem com frequência, é importante investigar se existe uma condição de base contribuindo para o problema.

Quando procurar um otorrinolaringologista?

Procure avaliação médica quando: os sintomas persistirem sem melhora; houver piora depois de um período inicial de melhora; os episódios forem frequentes; houver diminuição importante ou persistente do olfato; os sintomas forem recorrentes ou duradouros; houver suspeita de pólipos nasais; o tratamento inicial não proporcionar melhora satisfatória; ou houver dúvidas sobre a necessidade de antibióticos ou exames.

⚠️ Quais são os sinais de alerta?

Alguns sintomas podem indicar uma complicação e justificam avaliação médica rápida, especialmente: inchaço importante ao redor dos olhos; alterações visuais; dor facial intensa ou progressiva; alteração importante do estado geral; sintomas neurológicos; ou febre persistente associada a piora clínica importante. Nessas situações, não é recomendável esperar a evolução em casa sem avaliação médica.

Se os sintomas persistem, são recorrentes ou estão afetando sua qualidade de vida, uma avaliação especializada pode ajudar a definir o melhor tratamento.

O próximo passo

Se os sintomas persistirem, forem recorrentes ou estiverem comprometendo sua qualidade de vida, uma avaliação com um otorrinolaringologista pode ajudar a esclarecer a causa e definir o tratamento mais adequado.

Evite iniciar antibióticos por conta própria ou repetir tratamentos prescritos em episódios anteriores sem uma nova avaliação.

O melhor tratamento depende do quadro atual — e não apenas do que funcionou em outra ocasião.

Conclusão

A rinossinusite é uma condição frequente e, na maioria dos casos agudos, apresenta evolução favorável.

O mais importante é entender que nem todo nariz entupido, secreção ou dor no rosto significa a mesma coisa. Infecções virais, rinossinusite bacteriana, rinossinusite crônica, rinite, enxaqueca e outras condições podem produzir sintomas semelhantes, mas exigem abordagens diferentes.

O diagnóstico correto permite evitar tanto tratamentos desnecessários quanto atrasos em situações que realmente precisam de intervenção.

Dica do Especialista

Quando você tem sintomas que parecem sinusite, não olhe apenas para a cor da secreção. A duração, a evolução do quadro, os sintomas associados e a resposta ao longo dos dias costumam fornecer informações muito mais úteis para entender o que está acontecendo. Em outras palavras: antes de pensar em antibiótico, tomografia ou cirurgia, é importante entender qual é o diagnóstico.

Sobre o Dr. Luiz Henrique Carboni

Dr Luiz Henrique no consultório médico

O Dr. Luiz Henrique Carboni é médico otorrinolaringologista em Brasília, com atuação no diagnóstico e tratamento das doenças do nariz, dos ouvidos, da garganta, da voz e do sono.

Formou-se pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e realizou sua residência médica em Otorrinolaringologia pelo Hospital das Clínicas da FMRP-USP.

Sua prática é baseada em uma avaliação clínica cuidadosa, na investigação individualizada de cada caso e em uma comunicação clara com o paciente. O objetivo é compreender não apenas o sintoma, mas também suas possíveis causas e o impacto que ele exerce sobre a rotina, o sono e a qualidade de vida.

CRM 19098 | RQE 10877

É membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e International Member of American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery (AAO-HNS).

Atende pacientes em Brasília, com foco em um cuidado médico ético, humanizado e individualizado, buscando estabelecer um diagnóstico preciso e definir, junto ao paciente, a estratégia de tratamento mais adequada para cada situação.

O que dizem meus pacientes

Se você tem dor ou pressão no rosto, nariz entupido, secreção persistente, perda de olfato ou episódios recorrentes, agende uma avaliação para entender a causa e definir o tratamento mais adequado.

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Aviso importante

Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui uma consulta médica, avaliação individualizada ou orientação profissional. Sintomas semelhantes podem ter causas diferentes e o diagnóstico e tratamento devem ser definidos de acordo com cada caso.

Revisão Bibliográfica e Fontes de Consulta

  1. American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery Foundation (AAO-HNSF). Clinical Practice Guideline: Adult Sinusitis Update. 2025.
  2. Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Guideline IVAS — Rinossinusites.
  3. American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery Foundation. Clinical Practice Guideline: Surgical Management of Chronic Rhinosinusitis. 2025.

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