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Dr. Luiz Henrique Carboni – Otorrinolaringologia em Brasília – DF

Amigdalites de Repetição

Amigdalites de repetição e indicação de retirada das amígdalas

Visão rápida

Sintoma predominante: episódios repetidos de dor de garganta e inflamação das amígdalas.

Condição: amigdalites que se repetem ao longo do tempo e podem comprometer a qualidade de vida.

Frequência: relativamente comum, principalmente na infância, mas também pode ocorrer em adultos.

Tratamento: depende da frequência e gravidade dos episódios, de suas características, das complicações e do impacto na rotina. Pode ser clínico ou cirúrgico.

Prognóstico: geralmente muito bom quando a causa é corretamente identificada e a conduta é individualizada.

Resumo

Ter uma amigdalite ocasional faz parte da experiência de muitas pessoas, especialmente durante a infância. Mas o que acontece quando as crises começam a se repetir várias vezes?

Ter muitas amigdalites não significa, automaticamente, que você precisa retirar as amígdalas.

Quando os episódios são frequentes, intensos ou passam a causar faltas à escola ou ao trabalho, consultas repetidas, uso frequente de medicamentos ou prejuízo importante à qualidade de vida, pode ser necessário reavaliar a estratégia de tratamento.

Nessas situações, o objetivo não é simplesmente tratar cada crise isoladamente. É importante entender quantas vezes as infecções realmente aconteceram, como foram esses episódios, se estavam bem caracterizados e documentados e qual impacto tiveram na vida do paciente.

Em alguns casos, a cirurgia para retirada das amígdalas — chamada amigdalectomia — pode trazer benefícios importantes. Em outros, o melhor caminho continua sendo o tratamento clínico e o acompanhamento.

A decisão deve ser individualizada, considerando os benefícios e também os riscos e o período de recuperação da cirurgia.

Se as amigdalites estão se repetindo e interferindo na sua rotina, uma avaliação com otorrinolaringologista pode ajudar a entender se existe indicação de um tratamento diferente.

O que são as amígdalas?

As amígdalas são estruturas formadas por tecido linfoide localizadas nas laterais da garganta. Elas fazem parte do sistema imunológico e participam do reconhecimento de microrganismos que entram pela boca e pelo nariz.

Durante a infância, essa participação é mais evidente, porque o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento.

Com o passar dos anos, outras estruturas do sistema de defesa também desempenham essas funções. Por isso, quando a retirada das amígdalas é indicada, as evidências disponíveis não mostram um prejuízo clinicamente significativo do funcionamento do sistema imunológico.

Amígdalas palatinas e sua função no sistema imunológico

O que explico aos meus pacientes

Ao longo da consulta, algumas orientações costumam fazer toda a diferença para compreender a doença e participar das decisões sobre o tratamento.

“O objetivo da cirurgia não é retirar as amígdalas simplesmente porque elas existem. Ela é considerada quando as infecções se tornam tão frequentes ou importantes que passam a causar mais prejuízo do que benefício. Nossa decisão leva em consideração o impacto da doença na sua vida.”

“Doutor, tirar as amígdalas faz a imunidade cair?”

Essa é uma das dúvidas mais frequentes.

As amígdalas participam do sistema de defesa do organismo, principalmente durante a infância. Mas elas não são as únicas estruturas responsáveis pela proteção contra infecções.

As evidências disponíveis não demonstram um prejuízo clinicamente significativo da imunidade após a amigdalectomia quando a cirurgia é realizada com indicação adequada.

Isso não significa que a cirurgia deva ser realizada sem necessidade. Significa apenas que a preocupação de que a pessoa necessariamente ficará “com a imunidade baixa” depois de retirar as amígdalas não é sustentada pelas evidências disponíveis.

Amígdalas inflamadas com placas esbranquiçadas

O que são as amigdalites de repetição?

Qualquer pessoa pode apresentar uma amigdalite ocasional. Algumas, porém, apresentam episódios repetidos ao longo dos meses ou anos.

Quando isso acontece, é importante observar não apenas quantas vezes a pessoa teve dor de garganta, mas também o que realmente aconteceu em cada episódio.

  • faltas à escola ou ao trabalho;
  • necessidade frequente de consultas médicas;
  • uso repetido de antibióticos;
  • interrupção de atividades habituais;
  • necessidade de atendimento de urgência;
  • complicações em alguns casos;
  • impacto significativo na qualidade de vida.

Mas existe uma diferença importante:

dor de garganta recorrente não é necessariamente a mesma coisa que amigdalite recorrente.

Infecções virais e outras doenças da garganta também podem provocar sintomas semelhantes. Por isso, antes de indicar uma cirurgia, é importante confirmar se as crises realmente correspondem a episódios de amigdalite.

Principais sintomas

Durante cada episódio, os sintomas podem incluir:

  • dor de garganta;
  • dor ou dificuldade para engolir;
  • febre;
  • amígdalas aumentadas e avermelhadas;
  • placas ou secreção sobre as amígdalas em alguns casos;
  • gânglios aumentados no pescoço;
  • mal-estar geral.

O que caracteriza a doença recorrente não é necessariamente a intensidade de uma única crise, mas a repetição de episódios compatíveis com amigdalite ao longo do tempo.

Principais sintomas das amigdalites de repetição

Se a frequência das crises está interferindo na sua rotina ou gerando tratamentos repetidos, vale conversar com um otorrinolaringologista.

Por que algumas pessoas têm tantas amigdalites?

Não existe uma única explicação.

Algumas pessoas podem apresentar maior suscetibilidade a infecções, enquanto outras têm maior exposição a vírus e bactérias, especialmente em ambientes coletivos.

Na infância, por exemplo, o contato frequente com outras crianças facilita a transmissão de infecções respiratórias.

Também é importante considerar que nem todos os episódios classificados pelo paciente como “amigdalite” necessariamente são amigdalites.

Por isso, quando as crises são muito frequentes, vale investigar se existe realmente uma infecção recorrente das amígdalas ou se outra condição está produzindo sintomas semelhantes.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é principalmente clínico.

O médico procura entender o histórico dos episódios:

  • quantas crises aconteceram;
  • quando ocorreram;
  • quanto tempo duraram;
  • quais sintomas estavam presentes;
  • se houve febre;
  • se havia alterações nas amígdalas;
  • se houve necessidade de antibiótico;
  • se houve atendimento de urgência;
  • se ocorreram complicações;
  • quanto tempo o paciente ficou afastado de suas atividades.

O exame físico da garganta complementa essa avaliação.

Em situações específicas, testes laboratoriais ou microbiológicos podem ser indicados. Eles não são necessários de maneira indiscriminada para todos os pacientes.

Um ponto importante é a documentação dos episódios. Quando se considera uma cirurgia por infecções recorrentes, registros médicos ajudam a diferenciar uma verdadeira recorrência de episódios inespecíficos de dor de garganta.

Avaliação clínica da garganta em paciente com amigdalites de repetição

Uma avaliação adequada ajuda a confirmar o padrão das crises e a definir se o tratamento clínico continua sendo a melhor opção ou se a cirurgia deve ser discutida.

Quando a cirurgia pode ser indicada?

Essa é provavelmente a principal pergunta de quem sofre com amigdalites de repetição.

A amigdalectomia pode ser considerada quando os episódios são frequentes, bem caracterizados e documentados, especialmente quando provocam impacto significativo na qualidade de vida.

Em crianças, critérios tradicionalmente utilizados consideram como referência:

  • 7 ou mais episódios em um ano;
  • 5 ou mais episódios por ano durante dois anos;
  • 3 ou mais episódios por ano durante três anos.

Esses números não significam que a pessoa automaticamente precise operar.

Além da frequência, é importante que os episódios estejam adequadamente documentados e apresentem características compatíveis com infecção de garganta, como febre, aumento dos gânglios do pescoço, exsudato nas amígdalas ou teste positivo para estreptococo do grupo A.

Também existem situações especiais que podem pesar a favor da cirurgia mesmo quando esses números não são atingidos, como determinadas complicações ou fatores individuais.

Em outras palavras: não é apenas contar quantas vezes a garganta doeu. É preciso entender o contexto de cada episódio.

E nos adultos?

A amigdalectomia também pode ser indicada em adultos.

Embora os critérios tenham sido historicamente mais estudados em crianças, existem evidências de benefício da cirurgia em adultos cuidadosamente selecionados com amigdalite recorrente.

No estudo NATTINA, adultos com amigdalite aguda recorrente submetidos à amigdalectomia apresentaram menos dias de dor de garganta durante os dois anos de acompanhamento do que aqueles tratados de forma conservadora. Ao mesmo tempo, a cirurgia apresentou riscos, incluindo sangramento pós-operatório.

Por isso, em adultos, assim como em crianças, a decisão deve equilibrar benefícios, riscos, frequência dos episódios e impacto na qualidade de vida.

Quando a cirurgia geralmente não é necessária?

Muitas pessoas apresentam uma ou duas amigdalites por ano e evoluem bem com tratamento clínico.

Nessas situações, normalmente não há motivo para indicar cirurgia apenas pela existência de episódios ocasionais.

Da mesma forma, nem toda dor de garganta recorrente significa amigdalite recorrente.

Infecções virais, refluxo laringofaríngeo e outras doenças da garganta podem produzir sintomas semelhantes.

Antes de pensar em cirurgia, portanto, é fundamental entender qual é a verdadeira causa dos episódios.

Como é feito o tratamento clínico?

Cada episódio deve ser tratado de acordo com sua causa.

Quando a infecção é viral, o tratamento costuma ser direcionado ao alívio dos sintomas.

Quando há suspeita ou confirmação de uma infecção bacteriana, o médico pode indicar antibióticos, conforme a avaliação clínica e, quando apropriado, os exames disponíveis.

Além do tratamento medicamentoso, repouso, hidratação adequada e controle da dor e da febre podem contribuir para uma recuperação mais confortável.

Mesmo em pessoas que apresentam episódios recorrentes, o tratamento clínico continua sendo uma opção importante e, em muitas situações, a primeira abordagem.

Existem tratamentos para diminuir a recorrência das infecções?

Além do tratamento de cada episódio, em alguns pacientes com infecções respiratórias recorrentes pode ser considerada uma estratégia preventiva.

Entre as opções estudadas estão os lisados bacterianos, medicamentos com ação imunomoduladora que podem ser utilizados com o objetivo de reduzir a frequência de novas infecções respiratórias.

O OM-85 é o lisado bacteriano mais estudado nesse contexto. Estudos e consensos apontam resultados favoráveis principalmente na prevenção de infecções respiratórias recorrentes, especialmente em determinadas populações pediátricas. Entretanto, a evidência não é suficiente para recomendar seu uso indiscriminadamente para todos os pacientes.

Outra estratégia que vem sendo estudada são os probióticos específicos, especialmente a cepa Streptococcus salivarius K12. Alguns estudos demonstraram redução de episódios de faringoamigdalite recorrente, principalmente em crianças, mas a qualidade e a quantidade das evidências ainda são insuficientes para considerar essa abordagem um tratamento padrão.

Por isso, essas estratégias devem ser avaliadas individualmente pelo médico, considerando a frequência das infecções, a idade do paciente, as características dos episódios e os possíveis benefícios e limitações do tratamento.

Em alguns pacientes, uma estratégia preventiva pode ajudar a reduzir a recorrência das infecções e, consequentemente, diminuir o impacto da doença na rotina. Isso não significa, entretanto, que esses tratamentos substituam os critérios clínicos para indicação de amigdalectomia.

Definir a causa e o padrão das recorrências é essencial para escolher entre acompanhamento clínico, prevenção e cirurgia quando indicada.

Mitos e Verdades

“Se tenho muitas amigdalites, preciso retirar as amígdalas.”

Mito.

A frequência é importante, mas a decisão também considera a gravidade, a documentação dos episódios, as complicações, o impacto na qualidade de vida e outros fatores individuais.

“Se eu retirar as amígdalas, nunca mais terei dor de garganta.”

Mito.

A cirurgia reduz os episódios de amigdalite quando bem indicada, mas não impede que a pessoa tenha outras infecções ou doenças da garganta.

“Tirar as amígdalas deixa a pessoa com a imunidade baixa.”

Mito.

As evidências disponíveis não demonstram prejuízo clinicamente significativo da função imunológica após a amigdalectomia.

“Adultos também podem se beneficiar da cirurgia.”

Verdade.

Adultos com amigdalite recorrente podem se beneficiar da amigdalectomia quando existe indicação adequada.

O que muita gente pensa × O que as evidências mostram

O que muita gente pensaO que as evidências mostram
“Qualquer pessoa que tenha muitas dores de garganta precisa operar.”A cirurgia é considerada após avaliar frequência, características dos episódios, documentação, complicações e impacto na qualidade de vida.
“Sete amigdalites significam cirurgia obrigatória.”Os critérios de frequência ajudam na decisão, mas não substituem a avaliação individual.
“Depois de retirar as amígdalas, nunca mais terei dor de garganta.”A amigdalectomia reduz episódios de amigdalite, mas outras causas de dor de garganta continuam podendo ocorrer.
“Vou ficar com a imunidade baixa.”As evidências disponíveis não mostram prejuízo imunológico clinicamente significativo após a cirurgia.
“A cirurgia é simples e não tem riscos.”A cirurgia pode trazer benefícios importantes, mas também possui riscos e exige um período de recuperação.

Mensagem-chave

Ter amigdalites de repetição não significa automaticamente que você precisa retirar as amígdalas.

A indicação da amigdalectomia depende do conjunto da história: frequência, características e documentação dos episódios, gravidade, complicações, impacto na qualidade de vida e resposta ao tratamento clínico.

O objetivo não é operar mais nem operar menos.

É identificar quem realmente tem mais chance de se beneficiar da cirurgia.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quantas amigdalites são necessárias para indicar cirurgia?

Não existe um número que, sozinho, determine a cirurgia. Em crianças, critérios tradicionais consideram como referência 7 episódios em um ano, 5 por ano durante dois anos ou 3 por ano durante três anos, desde que os episódios estejam adequadamente documentados e apresentem características compatíveis. Mesmo assim, outros fatores podem modificar a decisão.

Tirar as amígdalas elimina completamente as dores de garganta?

Não. A cirurgia pode reduzir significativamente os episódios de amigdalite quando existe indicação, mas a pessoa ainda pode apresentar faringites, infecções virais e outras doenças da garganta.

Adultos também podem retirar as amígdalas?

Sim. A cirurgia pode ser indicada em adultos com amigdalites recorrentes quando os benefícios esperados superam os riscos. Estudos clínicos demonstram benefício em adultos adequadamente selecionados.

Vou ficar com a imunidade baixa depois da cirurgia?

Não é isso que as evidências disponíveis mostram. As amígdalas participam do sistema imunológico, mas não são a única estrutura responsável pela defesa do organismo. Estudos e revisões não demonstram um prejuízo imunológico clinicamente significativo após a amigdalectomia.

A cirurgia é indicada mesmo se eu não atingir esses números?

Pode ser. Os critérios de frequência são referências importantes, mas existem situações individuais e fatores modificadores que podem influenciar a indicação. Por isso, a decisão não deve ser baseada apenas na contagem dos episódios.

Quando procurar um otorrinolaringologista?

Uma avaliação com otorrinolaringologista é especialmente importante quando:

  • as amigdalites estão acontecendo repetidamente;
  • os episódios estão causando faltas frequentes ao trabalho ou à escola;
  • existe necessidade frequente de antibióticos;
  • já ocorreram complicações;
  • as crises estão comprometendo atividades e qualidade de vida;
  • existe dúvida se todos os episódios são realmente amigdalites;
  • você quer saber se existe indicação de cirurgia.

Em situações de dor de garganta muito intensa associada a dificuldade importante para respirar ou engolir, incapacidade de ingerir líquidos, voz muito alterada, dificuldade para abrir a boca, aumento importante de volume no pescoço ou piora rápida do estado geral, é necessária avaliação médica urgente.

Uma avaliação cuidadosa ajuda a confirmar se as crises realmente são amigdalites e se existe indicação de cirurgia.

O próximo passo

Se você apresenta episódios frequentes de amigdalite, o primeiro passo não é decidir sozinho se deve ou não retirar as amígdalas.

O mais importante é fazer uma avaliação cuidadosa do histórico das crises, entender se elas realmente correspondem a amigdalites e analisar o impacto que estão causando na sua vida.

A partir disso, é possível discutir as opções de tratamento — desde o acompanhamento clínico até a cirurgia, quando houver indicação.

Caso a amigdalectomia seja recomendada, o médico também deverá explicar os benefícios esperados, os riscos do procedimento e como é o período de recuperação.

Esses aspectos serão abordados em um capítulo específico sobre a amigdalectomia.

Conclusão

As amigdalites de repetição podem causar impacto importante na qualidade de vida, mas nem todo paciente com episódios recorrentes precisa retirar as amígdalas.

A decisão pela amigdalectomia deve considerar a frequência e as características dos episódios, sua documentação, a gravidade, as complicações, a resposta ao tratamento clínico e o impacto da doença na vida do paciente.

Quando bem indicada, a cirurgia pode reduzir de forma importante os episódios de amigdalite e melhorar a qualidade de vida. Por outro lado, como qualquer procedimento, ela possui riscos e exige recuperação.

O papel do otorrinolaringologista é justamente avaliar esse equilíbrio e, junto com o paciente, definir a estratégia mais adequada.

Dica do especialista

  • Ter amigdalites ocasionalmente é comum e não significa necessidade de cirurgia.
  • Amigdalites de repetição devem ser avaliadas de acordo com frequência, características e documentação dos episódios.
  • Nem toda dor de garganta recorrente é causada pelas amígdalas.
  • Os critérios de frequência ajudam a identificar pacientes que podem se beneficiar da cirurgia, mas não são uma regra automática.
  • Adultos também podem ter indicação de amigdalectomia.
  • A retirada das amígdalas não costuma causar prejuízo clinicamente significativo à imunidade.
  • Quando bem indicada, a cirurgia pode reduzir os episódios de amigdalite e melhorar a qualidade de vida.
  • A decisão deve ser individualizada e compartilhada entre médico e paciente.

Sobre o Dr. Luiz Henrique Carboni

O Dr. Luiz Henrique Carboni é médico otorrinolaringologista em Brasília, com atuação no diagnóstico e tratamento das doenças do nariz, dos ouvidos, da garganta, da voz e do sono.

Formou-se pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e realizou sua residência médica em Otorrinolaringologia pelo Hospital das Clínicas da FMRP-USP.

Sua prática é baseada em uma avaliação clínica cuidadosa, na investigação individualizada de cada caso e em uma comunicação clara com o paciente. O objetivo é compreender não apenas o sintoma, mas também suas possíveis causas e o impacto que ele exerce sobre a rotina, o sono e a qualidade de vida.

CRM 19098 | RQE 10877

É membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e International Member of American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery (AAO-HNS).

Seu trabalho é baseado em uma avaliação individualizada, buscando compreender as causas dos sintomas e orientar o tratamento mais adequado para cada paciente.

O que dizem meus pacientes

Se você está tendo amigdalites repetidamente ou quer saber se existe indicação para retirar as amígdalas, agende uma avaliação com o Dr. Luiz Henrique Carboni.

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Aviso importante

Este conteúdo tem finalidade informativa e educativa e não substitui uma consulta médica. A frequência, a gravidade e as características das amigdalites variam entre os pacientes, e a indicação de tratamento deve ser definida individualmente por um médico após avaliação adequada.

Referências bibliográficas

Fontes científicas e diretrizes utilizadas para fundamentar os principais pontos médicos deste artigo. Os links abaixo são clicáveis.

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